Comentário devocional do Apocalipse

18/07/2007


Apocalipse 15.5-8

5 Depois disto olhei, e abriu-se o santuário do tabernáculo do testemunho no céu;  
6 e saíram do santuário os sete anjos que tinham as sete pragas, vestidos de linho puro e resplandecente, e cingidos, à altura do peito com cintos de ouro.  
7 Um dos quatro seres viventes deu aos sete anjos sete taças de ouro, cheias da ira do Deus que vive pelos séculos dos séculos.  
8 E o santuário se encheu de fumaça pela glória de Deus e pelo seu poder; e ninguém podia entrar no santuário, enquanto não se consumassem as sete pragas dos sete anjos.

Compare este texto de hoje com Apocalipse 8.1-6 (meditação enviada em 17/01/07).

João vê o santuário aberto. E deste santuário, saem sete anjos com as sete pragas (estas, veremos a partir da próxima semana, são muito parecidas com os eventos que acontecem quando as sete trombetas são tocadas).

No texto do capítulo 8 citado, a fumaça é do incenso oferecido pelo anjo, incenso oferecido com as orações dos santos. Aqui, a fumaça é a glória de Deus.

As orações que fazemos sobem ao Senhor. A partir de nossas orações, o Senhor age! Quando oramos de acordo com Sua vontade, a ação do Senhor é real.

Com isso, vemos as duas visões de João como parte do mesmo evento (visto a partir de pontos de vista diferentes: o primeiro, no céu e o segundo, na terra): No capítulo 8, ele vê a fumaça que sobe ao Senhor com as orações dos santos. No texto de hoje, a fumaça que enche o Templo é resultado da ação do Senhor. Entendemos que é resultado da ação do Senhor diante da oração dos santos. Estes, impelidos pelo próprio Espírito Santo (quando buscam a vontade do Senhor), realizam as orações de acordo com a vontade do Senhor e então, Ele age em resposta a essas orações. Ele conclama pessoas a orarem e em seguida, age!

Agora, na sequência do texto, as pragas vão acontecer. Nas próximas semanas veremos isso.

Maranata!
 

Forte abraço.
Em Cristo,
Ricardo, pastor

Esta meditação foi enviada em 18/07/07 por e-mail.