Modelo de Oração

31/10/2011

 

1ª parte

Jesus se mostrou como exemplo também para a vida de oração. Ele orava e chamava os discípulos para essa prática. Não apenas chamava; fazia!

Precisamos pensar muito a respeito de oração. Como devemos orar, o que nos complica para recebermos resposta, como devemos nos postar e viver para nos achegarmos ao Senhor em oração e esperar uma resposta. Porque orar, qualquer pessoa pode! E pode ser que por misericórdia, Deus responda. Mas nós sabemos que há alguns pontos que devemos observar para vivenciar a resposta de Deus a cada oração que fazemos. Já escrevemos sobre isso e pode ser que retomemos ao assunto, permitindo o Senhor.

Mas nas próximas semanas, permitindo o Senhor, vamos meditar sobre a oração que o Senhor ensinou. Em Mateus 6.9-13 nós encontramos essa oração. E vamos dividir os assuntos dessa oração que Jesus ensinou como modelo para meditarmos sobre a nossa prática de oração, sobre como devemos orar.

9 Portanto, orai vós deste modo: Pai nosso que estás nos céus, santificado seja o teu nome;
10 venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu;
11 o pão nosso de cada dia nos dá hoje;
12 e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós também temos perdoado aos nossos devedores;
13 e não nos deixes entrar em tentação; mas livra-nos do mal. [Porque teu é o reino e o poder, e a glória, para sempre, Amém.]


A primeira coisa que vamos meditar, antes de entrarmos no texto da oração (o que faremos a partir da próxima semana, permitindo o Senhor), é sobre a forma como muitos chamam: Oração Dominical.

Seria para ser feita no domingo? Depois da Escola Dominical? Por que Oração Dominical?

Dominical vem do latim Dominis que quer dizer Senhor. Logo, Oração Dominical, exatamente porque é a oração que o Senhor ensinou.

Outro ponto digno de nota nessa primeira mensagem sobre o assunto: quando encontramos no Texto Bíblico um texto entre colchetes ([ ]), quer dizer que ele é encontrado em manuscritos antigos, mas não nos mais antigos. Sabemos que antes da Imprensa, os textos eram copiados (eram manuscritos). E quando alguém copiava, poderia cometer erros. No que diz respeito ao Livro Sagrado, a Bíblia, temos muitos manuscritos antigos que são reconhecidos e que confirmam que as cópias dos copistas foram íntegras. E esses manuscritos servem para dar legitimidade ao texto, confirmar que era assim desde o começo e que na obra de um copista não houve um erro.

Assim, os textos encontrados entre colchetes fazem parte de textos muito antigos, que podem legitimar a existência do texto, sem problemas. Mas existem textos um pouco mais antigos que não possuem essa parte. Alguns anos de diferença, algumas cópias feitas de forma manual, manuscrita, e a história pede que seja feita essa ressalva, para deixar claro que o texto é reconhecido, pois está em textos muito antigos, mas não nos mais antigos. Isso não tira do texto a sua importância, apenas precisa dessa ressalva. Até porque o que não tem legitimidade histórica, não aparece nem mesmo entre os colchetes!

Forte abraço.
Em Cristo,
Ricardo, pastor

Esta meditação foi enviada em 31/10/11 por e-mail.