A pressão da maioria

13/11/2008

 

Ontem enviei uma mensagem como as que envio normalmente nas sextas-feiras. Faço o mesmo hoje. Apesar de um pouco melhor, ainda estou sentindo os efeitos de um mal estar sério que desde terça-feira me atingiu. Febre, dores, mal estar no estômago e por aí vai. Hoje, um pouco melhor, mas ainda não querendo abusar. Por isso, envio um texto que encontrei em um site como meditação para hoje.

Programa de Incentivo a Leitura da Bíblia
JB

Li sobre uma determinada experiência que me chamou a atenção. Sociólogos fizeram um teste sobre o efeito que a pressão do grupo exerce sobre as convicções pessoais. Eles colocaram indivíduos em contado intenso com determinados grupos, cujos membros foram orientados a defender teses ilógicas ou falsas, sem qualquer fundamento que as sustentasse.

Ao ver o grupo afirmar repetidamente estas teses como verdadeiras, boa parte dos indivíduos passou a autenticar as afirmações do grupo, ainda que elas fossem contra uma lógica mais profunda. Isto, dizem os especialistas, faz parte de um mecanismo de socialização, de defesa do ser humano.

A necessidade de sermos aceitos pode levar-nos a trair os princípios em que nos fundamentamos. Jesus disse que somos o "sal da terra", com sabor marcante, com efeito intenso, que se mistura, mas não perde suas características. Ele nos adverte que, se este sal vier a perder o sabor, para nada mais serve. Somos chamados a fazer diferença num mundo que já perdeu quase todos os princípios que tornam a vida digna de ser vivida. Somos chamados para andar na contramão do mundo, e isto não é fácil, especialmente quando a quebra dos mandamentos de Deus grita ao nosso ouvido com a oferta de prazeres a curto prazo, forçando-nos a esquecer as consequências a médio e longo prazos.

Que Deus nos dê a sabedoria e a força necessárias para sermos sal com sabor marcante no mundo em que vivemos.

 

Forte abraço.
Em Cristo,
Ricardo, pastor

Esta meditação foi enviada em 13/11/08 por e-mail.