Algo a proclamar

23/03/2008

 

Extraído: Hermenêutica

 

Margaret Sangster Phippen escreveu que nos anos 1950 seu pai, o famosos evangelista W.E. Sangster começou a notar um incômodo na sua garganta e uma dificuldade em uma das suas pernas. Quando ele foi ao médico, soube que tinha uma doença incurável que causava atrofia muscular progressiva. Seus músculos iam aos poucos atrofiar, ele perderia sua voz e ele perderia a capacidade de engolir. Sangster se entregou ao máximo no seu trabalho de missões domésticas na Inglaterra, estimando que ele ainda podia escrever e teria ainda mais tempo para orar. "Deixa-me ficar na luta, Senhor" ele orou. "Não me importo não mais ser general, mas, me deixe apenas um regimento para liderar." Ele escreveu artigos e livros, e ajudou a organizar células de oração espalhadas pela Inglaterra. "Estou apenas no jardim da infância do sofrimento" ele disse a pessoas que tiveram pena dele.

Aos poucos, as pernas de Sangster perderam sua utilidade. Sua voz acabou por completo. Mas, ele ainda conseguia segurar uma caneta, tremendo. Na manhã de seu último domingo de páscoa, poucas semanas antes que faleceu, ele escreveu um recado para sua filha. Na mensagem ele escreveu, "É terrível acordar no domingo de Páscoa sem voz para proclamar "Ele ressuscitou!". Porém, mais terrível ainda seria ter uma voz e não ter nada a proclamar".

Larson, Craig Brian, editor "Illustrations for Preaching and Teaching from Leadership Journal," Grand Rapids: Baker Book House, 1993, p. 64.

 

 

Forte abraço.
Em Cristo,
Ricardo, pastor

 

Esta meditação foi enviada em 23/03/08 por e-mail.