O desejo de imitar nossos heróis

08/02/2008

 

 

Quando era menino eu gostava de brincar de Super-Homem. Outros meninos queriam ser o Homem-Aranha ou Batman. Às vezes a gente brincava de cowboys e todos queriam ser John Wayne. Em jogos de futebol meninos dizem “Eu sou Ronaldinho”. Uma geração atrás provavelmente era Pelé.

Sempre nestas brincadeiras e jogos dizíamos “Eu sou Batman”. “Eu sou Homem-Aranha”. Ninguém dizia “Estou fingindo ser Batman”. A ideia era sempre “Eu sou” este ou aquele herói. Queríamos ser nossos heróis, não só brincar de ser eles.

Havia algo dentro de nós que queria ser um herói. Não estávamos contentes apenas em brincar de herói, apesar de que só podíamos fazer isso. Eu acredito que aquele desejo dentro de nós foi colocado lá por Deus.

Há algo no homem que deseja não só aprender e falar sobre grandeza, sobre virtudes como fé e serviço, mas fazer coisas grandes e ser homens e mulheres com vidas virtuosas. Para chegar lá precisamos de um exemplo e não há outro melhor ou maior do que Jesus.

Dennis Downing no site www.hermeneutica.com.br
 

 

Forte abraço.
Em Cristo,
Ricardo, pastor

 

Esta meditação foi enviada em 08/02/08 por e-mail.