Como ouvimos Deus

13/04/2007

 

Normalmente nas sextas-feiras, enviamos um texto meditativo, uma história, algo para que possamos pensar. Nessas mensagens, seleciono pessoalmente algum texto para envio, quer seja em arquivos que tenho guardados, ou em mensagens enviadas por pessoas da lista ou em alguma pesquisa que faço para encontrar um texto para enviar.

Deixo sempre em aberto para que qualquer pessoa que queria compartilhar algo com a lista nos envie uma mensagem e tão logo se torna possível, envio!

O texto de hoje é uma meditação escrita pela irmã Adriana (minha esposa), que faz parte da lista. Se você também quiser compartilhar um texto seu com a lista, ou mensagens do tipo que normalmente enviamos nas sextas-feiras, ou até um testemunho, nos envie por e-mail.

 


 

"Disse-lhe Deus: Sai e põe-te neste monte perante o SENHOR. Eis que passava o SENHOR; e um grande e forte vento fendia os montes e despedaçava as penhas diante do SENHOR, porém o SENHOR não estava no vento; depois do vento, um terremoto, mas o SENHOR não estava no terremoto; depois do terremoto, um fogo, mas o SENHOR não estava no fogo; e, depois do fogo, um cicio tranquilo e suave." - 1 Reis 19.11s

Há alguns dias eu recebi uma mensagem pela internet e resolvi pensar e escrever um pouco a respeito do assunto, já que era algo que sempre me incomodou um pouco.

Muitas vezes, esperamos de Deus manifestações grandiosas... Grandes conversões, grandes "aparições", o tempo parando, o céu se abrindo, e aquela voz estrondosa falando "meu filho"...

Esperamos que Deus sempre se manifeste como se manifestou ao faraó, no Egito, com grande força e poder, com pragas, abrindo o Mar Vermelho e coisas do gênero.

Mas esquecemos que nosso Deus é um Deus criativo, que gosta de variar e criar. E principalmente, se manifesta como Ele bem entende.

No texto acima, Deus deu mostra disso a Elias. Depois de Elias oferecer sacrifício a Deus, no qual Deus enviou do céu o fogo para consumir o sacrifício, e Elias matar todos os profetas de Baal, ele se escondeu, com medo de ser morto.

E neste momento, Deus resolve se manifestar a ele, de outra maneira: não foi em um forte vento, nem em um terremoto, e nem no fogo; mas Deus se manifestou em uma brisa suave.

Esperamos conversões grandiosas, mas não valorizamos as pequenas e sutis mudanças de atitude na vida e coisas que nos parecem "banais": bêbados que tornam-se sóbrios pais de família, sem muito alarde; o nascimento de uma nova vida; o ciclo das estações do ano; a natureza... Em tudo, Deus tem Sua mão agindo, mas nem nos damos conta disso. Ao contrário, esperamos o "céu abrindo", os "mortos ressuscitando".

Que possamos parar de procurar Deus nas coisas grandes, e começar a notá-lO nas pequenas, nas cotidianas. Ele vai se manifestar a nós, falar conosco da maneira que Lhe aprouver: não só através de feitos grandiosos, mas também, através de uma brisa suave.

Que Deus possa nos abençoar e ensinar a vê-lO em todas as coisas, mesmo nas pequenas.

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Abraços
Adriana

Em todo o tempo, ama o amigo - Pv 17.17
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Coragem não é ausência do medo, mas o julgamento que algo é mais importante que o medo.
 

Forte abraço.
Em Cristo,
Ricardo, pastor

Esta meditação foi enviada em 13/04/07 por e-mail.