José - 2ª parte

04/01/2006

 

Continuamos a meditar sobre a história de um personagem bíblico que fala muito ao meu coração: José.

Depois dos acontecimentos citados ontem, mais dois anos passaram. Faraó teve um sonho e ficou muito incomodado com o mesmo. Como ninguém dava a interpretação e todos corriam riscos caso Faraó continuasse contrariado por não ter seu sonho interpretado (inclusive de morrer), o mordomo se lembrou de José, que foi trazido até a presença de Faraó. Depois de interpretar o sonho de Faraó, é colocado como chefe dos egípcios, apenas abaixo de Faraó.

Passaram-se 13 anos até José ser colocado por chefe, de maneira reconhecida, e não como chefe abaixo de um outro empregado, mas abaixo do soberano do Egito (cf. 37.2 – José com 17 anos e 41.46 – José com 30 anos). Mesmo se passando tanto tempo, José continuava acreditando na promessa do Senhor para sua vida. Precisamos ser assim também.

Como sobreveio tempo de grande fome, Jacó, pai de José, juntamente com seus filhos/as, tiveram fome. Os filhos de Jacó subiram ao Egito para comprar mantimento, pois grande era o celeiro que tinha sido formado no tempo anterior a fome. Somente Benjamim, segundo e último filho de Jacó com Raquel (ela morreu depois do parto), além de caçula, ficou com Jacó. No Egito, José reconhece seus irmãos, mas estes não o reconhecem. Eles voltam com a sacola cheia de mantimentos, com o dinheiro, e com uma orientação: voltar com Benjamim da próxima vez, senão o irmão que ficara preso não seria solto (eles poderiam ser vistos como espiões que poderiam atacar Faraó e José fez tudo para mostrar que eles não o eram). (Cf. 42)

Passado mais algum tempo, o mantimento que eles levaram acabou e era necessário retornar ao Egito. Jacó não queria deixar que Benjamim fosse. Judá se responsabiliza pelo menino. Com isso, eles descem mais uma vez ao Egito. José os recebe e novamente os despede com o mantimento e o dinheiro. Mas manda colocar um de seus copos na sacola de Benjamim.

Que golpe para Judá! Benjamim seria preso e ficaria no Egito. Ele, então, argumenta com José, pedindo que o moço vá embora e ele, Judá, fique em lugar dele. Quando mais moços, tinham inveja do filho de Raquel, José, por ser querido. Agora, depois de anos, ele quer ser preso em lugar do outro irmão! José não resistiu. Deu-se a conhecer a seus irmãos (cf. esta história do cap. 43 a 45), manda buscar Jacó para o Egito, com toda pompa, e os recebe para morar com ele.

José morre no Egito, mas lembrou aos seus irmãos as promessas que Deus fez a Abraão e pediu que quando tudo se cumprisse que seus ossos fossem levados com eles.

Amanhã iremos observar algumas coisas que podem nos ajudar na caminhada a partir dessa história.

Forte abraço.
Em Cristo,
Ricardo, pastor

Esta meditação foi enviada em 04/01/06 por e-mail.